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Olá, mundo! Pela décima vez.

Não sei exatamente se é a décima, mas cá estou iniciando mais um ciclo de vida blogueira. Eu gosto de escrever. Preciso de um canto pra isso, pra escrever, pra não enlouquecer.

Não entendo muito bem qual a direção que esse blog vai tomar, a verdade é que testei escrever em várias plataformas diferentes e, não me leve a mal, existe várias por aí que são excelentes, mas nenhuma me deixa tão feliz e à vontade quanto escrever no WordPress. Talvez por algum tipo de nostalgia? Não sei, sei que aqui há motivação para juntar palavras e formar textos interessantes, então estou dentro.

Quando ainda escrevia no meu último blog, eu tinha 20 anos de idade. Hoje, são 4 a mais, e é incrível pensar o quanto mudou, e também o quanto ficou. Hoje o namorado da época é noivo. A profissão é a mesma, porém mais séria. A faculdade, troquei por uma oportunidade de emprego e algumas viagens ao redor do globo. Hoje já penso em voltar, e talvez até trocar de área (nos estudos; não – ainda, no mercado de trabalho).

Aos 20, eu ainda falava do quão estimulante era viver na “cidade grande”, entre aspas, pois hoje Porto Alegre é só… Porto Alegre. Uma cidade onde todo mundo se conhece, e que não tem nada de grande. Eu ainda gosto daqui, é claro, mas agora de uma forma antecipada de saudade, já que em pouco menos de dois meses estarei em um novo lar, não só em uma cidade diferente, mas também em outro país.

Tudo aconteceu tão de repente, e tudo ao mesmo tempo.

Em um dia eu era uma moça feliz, morando em uma cidade feliz, trabalhando feliz em uma empresa feliz, namorando um cara super legal e vivendo em um apartamento super legal. No outro, eu era uma moça noiva, desempregada, com o próximo emprego engatilhado na Holanda, tentando não enlouquecer planejando um casamento e uma mudança de país em 3 meses, apenas.

Sobre esses e outros fatos vividos serão as histórias que contarei por aqui. Nada forçado, nem obrigatório ou programado. Pensamentos, contos, inspirações, aspirações e expirações de uma pessoa tentando tecer a vida com os novelos que tem, às vezes bonitos e brilhantes, às vezes reciclados e sucateados, mas sem perder o bom humor.

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